A ponte do cinema 3D estereoscópico dos anos 50 à actualidade

Sábado, 05 de Fevereiro de 2011
publicado por vaniaferreira às 03:06

Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

Ver vídeo:  tv1.rtp.pt/antena1/index.php

 

Entrevista a Carlos Alberto Henriques

A partir de 2012 deverá ser possível ver televisão e cinema a três dimensões sem óculos. Em 2014 o sistema deverá estar completamente implantado. A revelação é feita por Carlos Alberto Henriques, um dos maiores especialistas portugueses sobre 3D, que vai lançar esta segunda-feira o livro “A invasão do 3D no cinema e na televisão”.

Nesta entrevista conduzida pelo jornalista Daniel Belo, Carlos Alberto Henriques explica que está também a caminho uma outra forma de ver televisão e cinema, em concreto os hologramas.

Caso o Japão ganhe a organização do Mundial de futebol em 2022 os jogos vão ser transmitidos já em holografia, o que permite ver as partidas como se se estivesse num estádio de futebol. Outra novidade é poder tocar naquilo que se está a ver, por exemplo sentido a textura das peças de roupa dos jogadores de futebol. Porém, Hollywood está a tentar antecipar estas novidades para 2020.
2010-10-11
Fonte Antena 1
Demosntração ilustrativa de como funciona uma sala de cinema para 3D

publicado por vaniaferreira às 14:28

Domingo, 17 de Outubro de 2010
publicado por vaniaferreira às 22:47


 

Por Vasco Matos Trigo (2009-11-25)

RTP - noticias.rtp.pt

 

publicado por vaniaferreira às 20:54

Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

Depois de ler vários artigos tomei decisão de me focar em cinema, deixando de lado a fotografia como antes tinha referido.

Num novo contacto com o orientador houve a sugestão de dar uma vista de olhos no livro “A Invasão do 3D no Cinema e na Televisão” Autor: Henriques, Carlos A. Editora: Caleidoscópio que foi lançado dia 11 de Outubro 2010.


O livro que me foi cedido anteriormente tem-se demonstrado um grande amigo, visto ter uma parte da história do cinema onde, de facto existe uma grande falta de informação disponível.

Umas possíveis questões de investigação:

 

Como se pode analisar o aparecimento do cinema 3D no quotidiano do consumidor?

Que evoluçao teve o 3D no contexto do cinema analógico e digital?

A que se deve o aparecimento do cinema 3D no cinema digital?


·      

 

É claro que tudo isto ainda está em desenvolvimento, e com a leitura do ultimo livro referenciado pelo orientador julgo ter mais informação geral para poder formolar a questão de investigação.

Um abraço;

Vânia Ferreira

publicado por vaniaferreira às 16:48

Sábado, 09 de Outubro de 2010

Por Luis Pedro Carvalho.

Ver televisão a três dimensões sentado no sofá ainda não é uma experiência tão entusiasmante como estar envolto na imagem 3D dos cinemas. Tirando o facto do ecrã ser mais pequeno, um dos problemas são os óculos, até agora obrigatórios, necessários para obter o efeito tridimensional.

3D do futuro não tem óculos

A Toshiba pensou nisto, adiantando-se a outras empresas, que já mostraram protótipos de televisores 3D sem óculos, e é a primeira marca a apresentar uma proposta de televisor a três dimensões, em que os utilizadores não vão ter um aspecto estranho quando estiverem a ver o seu filme preferido com os amigos.

A Toshiba Regza GL1 foi apresentada na abertura da CEATEC 2010, a maior feira tecnológica da Ásia, e despertou a atenção de milhares de visitantes, que fizeram fila desde o início da exposição para entrar no stand da empresa. O produto estará disponível, no Japão, em Dezembro, e ainda não há planos de venda no mercado internacional.

Apesar deste ser um passo importante no desenvolvimento da experiência 3D, esta primeira geração de televisores da Toshiba vai necessitar de fazer melhorias para se conseguir impor num mercado altamente competitivo, mas poderá ter o condão de despertar as outras marcas para o facto dos clientes não apreciarem os óculos, que acarretam custos adicionais. Os dois primeiros modelos disponíveis terão ecrãs LED de 20 e 12 polegadas, o que é pouco em comparação com os modelos 3D tradicionais já disponíveis.

A versão maior terá vídeo de alta-definição a 720p e a mais pequena uma resolução de 466 por 350 pixeis. Relatos de jornalistas que testaram as Regza GL1 revelam que a imagem a duas dimensões não atinge a qualidade dos ecrãs hoje disponíveis nas lojas, mas que a imagem tridimensional tem uma qualidade interessante no modelos de alta-definição. Num protótipo de 56 polegadas, que não estará tão cedo no mercado, é notória a falta de definição da imagem. Para chegar ao efeito 3D, cada pixel projecta a imagem em nove direcções diferentes, criando o efeito necessário para atingir a tridimensionalidade.

No Japão, a Toshiba planeia vender mil unidades por mês da LG1 a um preço que rondará os dois mil euros para o modelo de maiores dimensões. jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx

 

 

 

 

publicado por vaniaferreira às 12:44

Quarta-feira, 06 de Outubro de 2010

A escolha desta temática?

Na licenciatura, tive aulas de 3D, e tive também a oportunidade de modelarr e animar alguns objectos. Todo este trabalho fez-me questionar como seria isso possivel e interessar pela maneira quase real que um objecto pode ter.

Com o passar dos meses o cinema 3D ficou cada vez mais “na moda” e a realidade é que sempre me fascinou, de forma a pensar como é possível o publico (quase) entrar na tela e fazer parte do filme.

Desta forma com a minha dissertação “A ponte do cinema 3D estereoscópico dos anos 50 à actualidade” vou poder saber tudo sobre o 3D que antecedeu ao que pode ser visto na actualidade, e como de facto funciona, desmistificando de certo modo a ilusão que o 3D nos provoca, e talvez deixar de lado a ideia que o 3D esta só presente nos filmes, mas também na TV (futuramente) e também em contextos educativos (ex. medicina).

Outro factor foi ter testado pequenas experiencias do 3D estereoscópico com 2 imagens ligeiramente semelhantes (fotografadas com duas câmaras diferentes, o cérebro vai fundir as duas imagens e transmite a sensação de profundidade, distância, posição e tamanho de objectos dando uma sensação de visão 3D sem a necessidade de óculos ou qualquer outro tipo de aparato especial) e fazer delas um gif animado, e como gostava de trabalhar mais em fotografia vi aqui neste projecto uma maneira de tornar “real” as fotos que as pessoas tiram, quem sabe se será possível aumentar em contexto educativo, de maneira a que por exemplo no ensino básico as crianças possam ter um cd a acompanhar os livros com imagens de monumentos em 3D, de forma a tornar mais real a História que estão a estudar. (exemplo:imgs.abduzeedo.com/files/articles/stereoscopic/images-3D-sans-lunettes-Stereoscopie-4.gif)

 

 

3 Futuros títulos (hipoteses):

    * A ponte do cinema 3D estereoscópico dos anos 50 à actualidade

    * 3D estereoscópico em contexto educativo

    * 3D estereoscópico em contexto televisivo

Not gonna do: estudar as fórmulas e algoritmo que causam a profundidade;

Perhaps I'll do: fazer animações em 3D estereoscópico da Universidade de Aveiro;

Don't have a clue: se tenho ou não que fazer testes com utilizadores;

 

imagem retirada de http://abduzeedo.com/node/26522

Abraço Vânia Ferreira

publicado por vaniaferreira às 00:01

Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

 

A minha dissertação consiste no avanço que o cinema 3D estereoscópico dos anos 50 até a actualidade.

Uma das grandes barreiras desta dissertação é a falta de material referente aos anos 50 por esse mesmo facto que o meu orientador me facultou o livro “El Mundo de Las Películas Tridimencionales” (Sammons, Eddie et al. 1994) que será de certeza uma grande ajuda.

Desta forma um dos objectivos proximos é ler o livro e tirar de la o maximo de informação, continuar a pesquisa, e por começar a pensar na questao de investigaçao.

Um abraço,

Vânia Ferreira

publicado por vaniaferreira às 22:00

.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Fevereiro 2011
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28


.Últ. comentários
Parabéns =)
talvez este livro seja uma ajuda, para o teu enqua...
Olá.Penso que esta notícia te pode interessar: htt...
.arquivos
2011

2010

.subscrever feeds

blogs SAPO


Universidade de Aveiro