A ponte do cinema 3D estereoscópico dos anos 50 à actualidade

Sábado, 09 de Outubro de 2010

Por Luis Pedro Carvalho.

Ver televisão a três dimensões sentado no sofá ainda não é uma experiência tão entusiasmante como estar envolto na imagem 3D dos cinemas. Tirando o facto do ecrã ser mais pequeno, um dos problemas são os óculos, até agora obrigatórios, necessários para obter o efeito tridimensional.

3D do futuro não tem óculos

A Toshiba pensou nisto, adiantando-se a outras empresas, que já mostraram protótipos de televisores 3D sem óculos, e é a primeira marca a apresentar uma proposta de televisor a três dimensões, em que os utilizadores não vão ter um aspecto estranho quando estiverem a ver o seu filme preferido com os amigos.

A Toshiba Regza GL1 foi apresentada na abertura da CEATEC 2010, a maior feira tecnológica da Ásia, e despertou a atenção de milhares de visitantes, que fizeram fila desde o início da exposição para entrar no stand da empresa. O produto estará disponível, no Japão, em Dezembro, e ainda não há planos de venda no mercado internacional.

Apesar deste ser um passo importante no desenvolvimento da experiência 3D, esta primeira geração de televisores da Toshiba vai necessitar de fazer melhorias para se conseguir impor num mercado altamente competitivo, mas poderá ter o condão de despertar as outras marcas para o facto dos clientes não apreciarem os óculos, que acarretam custos adicionais. Os dois primeiros modelos disponíveis terão ecrãs LED de 20 e 12 polegadas, o que é pouco em comparação com os modelos 3D tradicionais já disponíveis.

A versão maior terá vídeo de alta-definição a 720p e a mais pequena uma resolução de 466 por 350 pixeis. Relatos de jornalistas que testaram as Regza GL1 revelam que a imagem a duas dimensões não atinge a qualidade dos ecrãs hoje disponíveis nas lojas, mas que a imagem tridimensional tem uma qualidade interessante no modelos de alta-definição. Num protótipo de 56 polegadas, que não estará tão cedo no mercado, é notória a falta de definição da imagem. Para chegar ao efeito 3D, cada pixel projecta a imagem em nove direcções diferentes, criando o efeito necessário para atingir a tridimensionalidade.

No Japão, a Toshiba planeia vender mil unidades por mês da LG1 a um preço que rondará os dois mil euros para o modelo de maiores dimensões. jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx

 

 

 

 

publicado por vaniaferreira às 12:44

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